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O Rei do Show (Impressões Finais)




Por: Hélder Miranda- Se tem um fato que muitos fazem secretamente, mas na maioria das vezes negam (e como negam) sempre que são pressionados, é aquela leve cantada no chuveiro... isso mesmo, me refiro do momento onde todos deixam suas timidez de lado, e soltam o cantor que vive aprisionado bem lá no fundo. As regras não importam, pode cantar a letra errada, ficar sem um ritmo certo, fazer os sons dos instrumentos com a boca, entre outras coisas, neste momento íntimo você ou vocês (me incluo nessa também) nos tornamos "Deus".


Depois de toda essa explicação bizarra, parecendo que não irá levar a lugar nenhum, vamos centralizar tudo e especificar o assunto. Hoje trago a todos, as impressões finais de mais um filme que estava recentemente nos cinemas do Brasil (na verdade nem sei se ainda permanece em cartaz...) seu título ééé "O Rei do Show", podem cantarolar sozinhos, particularmente eu não me importo, até porquê, neste momento estou fazendo o mesmo (é... fazer o que) vale lembrar, que pode haver spoiler, pois irei trazer pontos de certas cenas que chamaram minha atenção, então fiquem ligados, dito isto, sem mais enrolação... bora lá.

Uma breve explicação sobre o enredo que posso adiantar, é que foca em música... (brincadeira) bom, também foca em música claro, mas a história no todo, trás o personagem (P.T. Barnum) que é interpretado pelo grandioso ator (Hugh Jackman), com sua ambição para fornecer ao publico, o inesperado, este sonho, faz com que ele reúna pessoas peculiares aos olhos da sociedade, e juntando todas elas, um belo show é formado, com o tempo seu talento acaba sendo reconhecido e ele chega nas alturas, mas... (aquele MAS sacana aparece). bem, isso é tudo o que posso mencionar por alto, outros spoilers só virão a seguir, então contínua comigo.


Agora é sério, o momento onde minhas emoções virão à tona, vai ser em 3, 2, 1... de primeira já trago destaque para as atuações, acredito que posso dizer sobre o elenco principal, que boa parte dele, tem rostos bem conhecidos pelo grande público, no quesito de interpretação, eu não me lembro de ter um personagem, do qual apontei e disse estar fora do lugar ou sendo mal utilizado pela equipe de criação, todos conseguiram transmitir muito bem, os sentimentos que cada personagem precisava apresentar na tela. Saindo do cinema a primeira frase que falei com um amigo, foi a respeito de fazer um bom tempo que não via um filme ser completo por inteiro, pelo menos pra mim, foi uma obra que conseguiu me conquistar, e sinceramente, levando para uma análise mais técnica, também não tenho muito do que reclamar, poucos erros que na minha opinião nem precisam ser destacados (acham que estou enrolando né.. vou falar um, pouco tempo de duração, acabou acelerando certos momentos do longa) mas tirando isso, na base do que foi proporcionado, eu mesmo nem liguei, esses tipos de pontos, só valem esclarecer em uma crítica seria, até porquê, quem acompanhou outras postagens aqui sobre impressões finais, sabe que o intuído é falar do motivo da obra ter sido tão gratificante pra mim (mas sempre deixando claro, que não torno elas perfeitas).


Mas e as músicas... tenho certeza que muitos estão se perguntando justamente sobre este assunto,  nesse exato momento, o que é normal, já que estamos falando... (de um musical) e olha, taí o maior ponto positivo do filme (o que acaba sendo uma curiosidade bem estranha, afinal estamos falando... de um musical, "isso tá ficando um pouco confuso"... bom, de qualquer forma, é praticamente obrigatório que a grande cartada do longa, sejam as trilhas sonoras letradas) e caramba, garanto que não decepcionam por vários motivos, mas o maior deles entre todos, é que todas elas são simplesmente perfeitas, e o destaque especial que gostaria de dar, fica em cima da música (this is me) que é épica, maravilhosa, perfeita, super caramba e mais outros nomes que possam engrandecer ainda mais a composição. Quem assume o solo lindamente, é a atriz (keala settle) e meu Deus, falta palavras para descrever o quanto de incrível essa mulher está, agora a coreografia e vários outros elementos usados, estão presentes na maior parte das cenas (as coreografias já é algo bem lógico até) mas alguns elementos acabam ficando a parte, como por exemplo, o uso de giro das câmeras, cada foco centralizado em determinado ângulo, mostra a realeza e o cuidado de como tudo foi criado, então meus amigos, podem levar um lenço ou separa-lo em casa mesmo, pois lágrimas serão o protagonista de suas histórias particulares.


Um dos pontos que me fez pirar na hora em que estava conferindo o longa, foi justamente na passagem de manto (vou logo avisando que um dos meus hobbies, é ficar interpretando cada cena e observar seus significados.... não tentem entender "caramba isso ficou ótimo") voltando... no último ato onde (Zac Efron) apenas assisti o show, já tinha toda uma carga estabelecida no filme, a forma de levar e viver a vida do personagem, foi mudada drasticamente para um amor puro e verdadeira, e se for pra levantar outras questões aqui, temos também sua personalidade desenvolvida no decorrer da história, parar de depender das opiniões de seus pais (tá bom ou querem mais...) cada pequeno ponto como estes que foram citados, formaram  um grande exemplo da aprendizagem que qualquer um pode adquirir, basta querer e ter a mente aberta.

Sei que a obra ainda tem ótimos pontos que poderiam estar sendo citados, mas esses foram os que realmente me chacoalharam de vez, então caso alguém tenha uma base ou linha de raciocínio diferente, compartilha conosco, vai ser um imenso prazer, dito isso pessoal... até a próxima.


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