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Nanatsu no taizai Capítulo 255 Resumo


Por: Hélder Miranda- Mano, Mano, Mano e Mano... saiu o novo capítulo de Nanatsu no taizai, e logo de cara tenho que falar... está épico, melhor... muito mais do que épico (poxa Hélder, conta logo então o que te fez ficar assim). Poucos de vocês devem saber (na verdade, ninguém deve saber), que eu tenho uma admiração enorme pelas histórias do rei Arthur, sejam elas ligadas diretamente ao herói, ou apenas pequenas referências ao conto histórico famoso, sendo assim, sempre que vejo qualquer obra refazendo alguns acontecimentos passados, acabo surtando de vez (literalmente). Pode ser que tenha alguém neste exato momento, pensando alguma coisa desse tipo... (o que esse Arthur tem haver com o enredo de Nanatsu??) Pra ser sincero, nem culpo o ser humano que pensa assim, afinal, o personagem é apenas um coadjuvante na imensa história da obra, se tornando bem esquecível, no entanto (hora de defende-lo... claro), já houve certos pontos, que mostravam um interesse do autor pelo jovem rei, estes pontos específicos, desabrocharam no momento perfeito e único, onde finalmente poderemos ver o verdadeiro potencial do personagem (desde já, falo mais uma vez... que trabalho em sensei... merece muitos aplausos), sem mais delongas então (sei que vocês estão loucos para saber cada detalhe), vamos parar de enrolação e começar as análises do capítulo 255.


Depois de termos visto toda a bravura do personagem, ao entrar no domínio dos demônios, ele finalmente consegue alcançar sua arma secreta, mas antes de aprofundarmos o assunto, vamos falar de Merlin. A grande maga se mostrou bastante desesperada para encontrar seu rei, pois ela acha que o momento certo pra poder se infiltrar no castelo, é justamente a brecha feita pela ideia do ataque da resistência, King tenta alerta-la do perigo, mas não obtém grande êxito, é aí que os pecados fazem a pergunta que nos rodeava a bastante tempo, porquê todo este fascínio por um garoto? (Nós sabemos muito bem o porquê... pelo menos em cima da história real), daí a poderosa Merlin, conta a todos, a lenda da espada (ficaram arrepiados né?? Caso tenham dito não, tô nem aí).

Na história contada por Merlin (que bela história, vale dizer), o primeiro herói a empunhar a espada, tinha a missão de lutar contra os demônios. O cavaleiro era tão digno e capaz, que na sua morte, cobriu a arma com seu próprio sangue, assim faria com que o próximo que a utilizasse, tivesse a herança não só de seus ideias, mas sim também de sua determinação e coragem, depois de tal ato, vários outros heróis tornaram o ocorrido final, um tipo de ritual para a próxima geração (no caso o próximo herói). Vale destacar que Merlin fala sobre a própria escolha da espada, com o tempo, o objeto sagrado começou a escolher os novos portadores, homens que liderariam o reino, a uma era de paz e harmonia, atualmente está pessoa é... Arthur... sim, o grande rei de Camelot.

Sobre toda a história criada para está adaptação, como eu disse acima, somente elogios. Pra quem já estava meio cabes baixo pelo enredo criado, toma essa na cara. Resolveu sair várias ideias fantásticas da mente do nosso sensei, e ele não pensou se quer em economizar, prova disto, são os novos capítulos, que de um tempo pra cá, só melhoraram. Um dos pontos que tem chamado bastante minha atenção, e aconteceu inclusive neste capítulo, é a forma de como o autor está virando Meliodas de vez, em um vilão. O protagonista que era admirado por todos (Arthur até fala sobre), agora se tornou um poderoso inimigo, o jeito como os diálogos vem sendo montados, é de cair o queixo. Não é de se esperar que uma obra vire o jogo desta maneira, ainda mais fazendo tal jogada com o protagonista, sinceramente, duvido muito que alguém tenha cogitado ver esse lado tão intenso de Meliodas, principalmente contra seus antigos aliados (pra não dizer que tá tudo as mil maravilhas... "sempre tem que ter reclamação, podem falar"... Sobre King dizer que Elizabeth é a atual líder dos pecados... ok, vamos continuar) mesmo parecendo brincadeira, é sério, mas isso nem é tão importante assim, no fim das contas, o que realmente importa, são as escolhas feitas pelo autor, espero de verdade, que continue e não decaia.

Agora o momento do qual todos estavam esperando (particularmente eu estava louco pra falar sobre). Literalmente vimos um massacre da parte de Arthur em cima dos demônios, mas precisamente, contra Meliodas, Zeldris, Chandler e Cusack, meus amigos... nunca tinha ficado tão arrepiado, como fiquei na leitura deste capítulo, o jovem rei arregaçou de várias maneiras (sem que parece estranho mais relevam), os seus adversários, e não foi um, ou dois, coloca um três também, foram 4... estão achando pouco?? Podem mandar mais porquê realmente tá pouco, afinal estamos falando da lendária Excalibur e seu portador (pow Hélder, mas ele só está ganhando por causa da espada), é um argumento plausível, mas... todos nós sabemos que a arma é um objeto icônico do personagem, e seja agora ou em outro momento, até antes mesmo, ele iria usar a espada, basicamente os dois são um só, quem já pesquisou algum artigo, sabe do que estou falando, da mesma forma que os pecados tem seus tesouros sagrados, podemos dizer que este é o de Arthur, infelizmente para os inimigos, o tesouro é bem acima da média, agora Meliodas... vai ter que aguentar a pressão. Sinceramente eu não gostaria de ver uma virada nessa luta, por mim seguia com a humilhação total, coloca o protagonista pra dar uma canseira, mas só isso, afinal irmãos... é a Excalibur (caso alguém esteja preocupado com... "assim não terá mais vilão pra poder bater de frente" tem sim, basta fazer direito) e se seguir a linha atual, tenho certeza que o sensei tira essa de letra.

É isso pessoal, pra quem gostou do resumo e quer ver outros aqui mesmo no Debate, podem conferir nas nossas listas, até a próxima.

Link:http://centraldemangas.inf.br/titulos/seven-deadly-sins/manga/ler-online-completo/255
Hélder Miranda

Hélder Miranda

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