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Túmulo dos Vagalumes (Hotaru no Haka) Crítica


Olá, Nerds!

Vamos continuar a série de críticas voltadas a animações mais antigas que talvez vocês não conheçam, no post de hoje vamos falar sobre uma das melhores animações do Studio Ghibli, (que por sinal é provavelmente a obra mais triste do estúdio) falo da animação Túmulo dos Vagalumes.

Hotaru no haka ( Túmulo dos Vagalumes) é uma animação do Studio Ghibli, dirigida por Isao Takahata que infelizmente faleceu recentemente. O filme retrata a dura luta pela sobrevivência de dois irmãos que perderam tudo durante a Segunda Guerra Mundial.



O filme conta a história de dois irmãos, Seita e Setsuko, no período da Segunda Guerra Mundial no Japão. Os dois vivem com sua mãe, enquanto seu o pai está lutando na guerra fazendo parte marinha japonesa, mas se não bastasse viver em um ambiente desesperador assolado pela guerra, a situação piora quando a mãe das crianças morre após um  bombardeio que ocorre em sua vila. A partir daí, o filme mostra a luta pela sobrevivência das duas crianças, em meio à pobreza e miséria que assola o país.

O Studio Ghibli como sempre consegue atingir seu público com extrema eficiência, quando o quesito é a emoção, e se eles já conseguem fazer isso com historias leves, quando eles resolvem trazer uma historia densa, eles te dão um soco no estomago, pois mostra o quão pode ser desesperador a situação de um pais em guerra principalmente da perspectiva de crianças. Mas não é apenas a historia que é incrível, a animação é belíssima  e a trilha sonora  é utilizada com maestria sendo que em determinados momentos podem fazer você ir ás lagrimas.


Fica aqui também nossa homenagem a  Isao Takahata  um dos gênios por trás do Studio Ghibli, ao lado de Hayao Miyazaki.


Túmulo dos Vagalumes é uma animação que traz de forma verdadeira e emocionante as consequências da guerra na vida das pessoas  e evidencia questões como  fome, doença e a falta de sensibilidade e de generosidade das pessoas, o que faz desta animação uma das mais belas e comoventes obras sobre o trágico quadro gerado pela guerra.

Confira também a critica de PONYO - UMA AMIZADE QUE VEIO DO MAR


Iran Tomas Neto

Iran Tomas Neto

Jamais caia, roube, engane ou beba. Se for cair, que seja nos braços de seu amor, se for roubar, roube boas amizades, se for enganar, engane a morte e se for beber, beba nos momentos de tirar o seu fôlego.

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