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Brasil Game Show 2018 - A visão de uma mãe não muito NERD


E ai tudo bem com vocês?

Já tem um tempo que não apareço por aqui, mas  é como diz o ditado: "Quem é vivo sempre aparece"!

A BGS 2018  aconteceu entre os dias 10 e 14 de Outubro, e desta vez eu fui e vim dar a minha opinião de mãe e de pessoa que não joga nada.

Fui no primeiro dia de evento e posso dizer que fiquei encantada com a organização e profissionalismo do evento.

No primeiro dia, que foi destinado a imprensa, podemos ver e conhecer cada estande com tranquilidade e me chamou a atenção que tinha algumas crianças acompanhadas de seus pais; tive então a brilhante ideia de levar minhas babies no dia 12,  uma vez que tínhamos entrevistas agendadas neste dia e que era dia das crianças.

A ideia era leva-las somente durante o período que durassem as entrevistas e depois leva-las a ao shopping para se divertirem e foi o que fizemos, com a diferença que elas não queriam ir embora, pois estavam encantada com os cosplayers.

Como elas ainda são muito pequenas (2 e 3 anos), também não jogam, então fizemos nosso próprio jogo que denominei caça aos cosplayers, o jogo consistia em procurar um personagem e tirar fotos com ele.



Minhas filhas foram fantasiadas de princesas, nada muito sofisticado, elas já tinham as fantasias (dessas que compramos em qualquer loja), nada profissional, só porque elas gostam mesmo de saírem por ai de fantasia. Como elas, tinham crianças fantasiadas, algumas já podem até ser cosplayers profissionais, de tão bom que estavam seus trajes.

Então andamos pela feira atrás das super heroínas que elas amam, e elas ficaram deslumbradas com cada uma que encontrávamos, elas de princesinha Sophia e Branca de Neve, acabaram fazendo crossover com a Mulher Maravilha, Arlerquina, Ray (Star Wars), Batgirl e Supergirl. Os cosplays de game elas não conhecem e apesar de terem ficado encantadas, não quiseram tirar fotos.

A feira nitidamente não é voltada para o público infantil, no dia 12 por exemplo, estava lotada. Tinha bastante crianças de diversas idades, porém não teve nada de especial voltado para este público, o que me decepcionou um pouco, pois imaginei que, como era dia 12, os expositores e organizadores trariam alguma atração voltado para este público (que apesar de não ser o alvo, estava em peso, seja com os pais, ou os maiorzinhos já alucinados atrás dos jogos). O legal é que as crianças até 5 anos entravam gratuitamente na feira, ponto para os organizadores.



Para crianças, tinha o Lego Vilains, no estande da Warner, onde as crianças podiam jogar e criar seu próprio vilão nos paineis, O estande da Fini trouxe uma proposta em que os jogadores jogavam clássicos em cima de um tombo legal e o perdedor caia nas bolinhas, acreditem tinha bem mais adultos na fila que crianças, porém você só poderia jogar se tivesse menos de 90Kg, o que parece incoerente em um evento voltado para Nerds (não estereotipando), mas a maioria  deles são gordinhos como meu marido. 

O Ponto Frio levou diversas máquinas Arcades, esses jogos de máquinas típicos de shopping; na Piticas, você tinha a oportunidade de jogar arco e Flecha, tirar fotos, e outras atrações legais, mas que somente crianças mais velhas (a partir de uns 7 anos pra cima) conseguiriam brincar.

Tirando isso, os jogos todos estavam lotados de crianças (em sua maioria meninos), a partir dos seus 9/10 anos em êxtase em poder aproveitar e jogar as novidade de jogos, principalmente a febre Fortnite.

A Nintendo voltou para a feira somente como patrocinadora e organizadora do concurso de cosplay o que foi uma pena, um estande de jogos deles teria atendido bem mais as crianças e matado a saudade dos adultos.
Porém para as crianças menores realmente não tinha nada, algo que deixo como sugestão  para os organizadores, já que os NERDS e Gamers também se reproduzem e gostam de levar os filhos para esses eventos; e a feira foi bem na semana do dia das crianças.



Quanto a estrutura, o local escolhido para a feira é totalmente compatível para crianças e adultos, já que tem bastante banheiros, tem fraldário e existem dois restaurantes (caros, mais tem), uma praça de alimentação com bastante opções de lanches (bem caros também).
Uma alternativa para não gastar muito é levar seu próprio lanche e, se você é mãe de criança pequena  (como eu), já deve estar acostumada a sair levando marmitinhas, mas mesmo se não é mãe leve seu lanche e economize para comprar as coisas maravilhosas que tem por lá
.
Ainda falando de comida, este ano, como alternativa  para não gastar, tínhamos  a disposição uma mini Americanas, aonde  você podia comprar salgadinhos, bolachas, sucos, água e refrigerante entre ouros, a preço de mercado, levando isso em consideração, a BGS trouxe a opção de alimentação para todos os bolsos.



  Para minhas considerações finais, digo que, mesmo eu não sendo gamer e nem NERD, gostei muito da experiência de participar da maior feira de Games da América Latina e, certamente, irei o ano que vem, novamente com as minhas filhas e já tô até pensando em mandar fazer um traje bem legal para elas (que gostaram tanto), espero que no próximo ano possamos contar com atrações que contemplem bem mais o público infantil, já que 40% dos ingressos foram vendidos para mulheres,(qual será o percentual de mães? Quantas crianças estavam presentes?) pode ser uma ótima oportunidade de explorar um novo nicho enquanto os pais também podem conferir as novidades.


#bgs2018
Fernanda Costa Xavier

Fernanda Costa Xavier

Saudade é amor que fica... Diário da dor de uma mãe de anjo

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