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13 Reason Why – Crítica parte 1 (Sem Spoilers)

Olá, Olá, Nerds!

Fizemos uma maratona de 13 Reason Why e vamos falar um pouquinho sobre ela! Primeiramente, informo que essa crítica terá duas partes devido à complexidade do tema central da série. Nesta primeira parte, analisaremos a parte “cinematográfica”, ou seja, interpretação, roteiro, desenvolvimento etc. Na segunda parte, falaremos sobre cada personagem e sobre o tema da série. Em segundo lugar digo que, independentemente do que afirmamos no texto abaixo, é FUNDAMENTAL que assistam a essa série. O assunto é atual e precisa da sua atenção.



 Bem, vamos à crítica!

A série foi produzida pela Netflix, baseada no livro homônimo escrito por Jay Asher, composta por 13 episódios.  Dirigida por Tom McCarthy, tendo Selena Gomez como um de seus produtores executivos, 13 Reason Why é um drama digno de atenção e reflexão.


Trata-se da história da adolescente Hannah Barker e do que motivou seu suicídio, o resto é spoiler e não será abordado aqui.




A série começa com força total, o primeiro episódio tem muita informação, enredo bem desenvolvido e cada detalhe deste capítulo tem importância para a trama, entretanto esse ritmo não se mantém durante o restante da série. Depois do terceiro episódio percebemos que 50 minutos de capítulo chega a ser torturante, 10 a 15 minutos de cenas inúteis, colocadas ali apenas para completar o tempo, cheguei a ficar com sono em diversos momentos. Talvez se tivesse apenas 40 minutos, ficaria ideal!
Cada capítulo desenvolve um personagem, vemos as motivações deles, os dramas que cada um vive e em vários momentos a empatia toma conta e trás um mix de sentimentos como saudade, angústia esperança, tristeza, negação, aceitação etc. Em alguns momentos eu torci para que acontecesse com a personagem Hannah algo parecido que ocorreu com Alisson de Pretty Little Liars (apenas em um determinado aspecto). 
Mas esses sentimentos se devem mais pelo roteiro e direção do que pela interpretação dos atores, que aliás, é bem ruim. Destaque para as atuações de Dylan Minnet que interpretou Clay Jensen, trazendo todo sentimento que o personagem carrega e de Katherine Langford como Hannah Barker. Katherine tem um semblante único, olhar alegre, típica crush dos adolescentes Nerds. Os demais atores poderiam ser substituídos por quaisquer outros que não faria a menor diferença.



A série finaliza deixando alguns assuntos em aberto, talvez um pretexto para uma segunda temporada, o que espero que não exista, pois os 13 episódios compreendem TODO o livro de Jay Asher, um “segundo ano” não teria no que se basear. De qualquer modo, para “fechar” a série, necessitaria no máximo de mais 1 ou 2 episódios.

Para concluir essa primeira parte, se a temática fosse outra, a série seria mais um besteirol teen com atores de qualidade duvidosa. Mas o tema é relevante! Como afirmei no início deste texto, é FUNDAMENTAL que assistam.


Já aviso que a segunda parte terá spoilers (mesmo sendo contra uma regra pessoal), pois entendo que a situação exige um texto que não só apresenta a série, mas traga à baila os assuntos envolvidos nela. 


Encontramos-nos na parte 2!







Iran Tomas Neto

Iran Tomas Neto

Jamais caia, roube, engane ou beba. Se for cair, que seja nos braços de seu amor, se for roubar, roube boas amizades, se for enganar, engane a morte e se for beber, beba nos momentos de tirar o seu fôlego.

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