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Dororo (Primeiras Impressões)

Por: Hélder Miranda- Pra quem já leu as primeiras impressões que fiz de The Promised Neverland, muito provavelmente não irá ficar perdido ou se perguntando do motivo de escolher 'Dororo' como a melhor estreia da temporada (até o momento, o primeiro episódio da série contínua no topo). Em termos de curiosidade, vale dizer, que se tratando de qualidade (colocando na balança) Neverland consegue ser bem mais completo e satisfatório, entretanto, sigo com a minha opinião intacta sobre o assunto (nem sei porque estou perdendo tanto tempo, confesso que sai um pouco da ideia básica). Caso você (ou vocês) não conheçam nada da obra, o básico de tudo, é que o enredo se concentra na busca do protagonista em tomar de volta alguns de seus membros (é isso mesmo, seus olhos não lhe pregaram uma peça). Claro que outros pontos importantes fazem parte da premissa Inicial (exemplo... O motivo dele estar buscando cada membro 'de demônios' é por causa de um acordo que seu pai fez enquanto ele nascia) fora tais pontuações, só conferindo o material. E dito isto, vamos parar de enrolação e começar de vez as análises do episódio, sem mais delongas então, bora lá.

Ao assistir 'Dororo' percebi que a obra se apega bastante em três elementos (todos muito bem executados). O primeiro deles que merece ser citado, é toda a ambientação do japão antigo. Como naquele tempo havia costumes absurdamente pesados (ainda hoje, tem alguns que continuam) a temática inspirada no terror padrão, faz com que todo o clima seja mais sério do que o normal. Um ponto importante sobre, é que a fotografia também ajuda muito, pois as posições e o foco em algumas das cenas, são essenciais para poder captar cada detalhe relevante, sem falar do significado, que na maioria dos casos, sempre chama a atenção de algum telespectador.

Por mais que a música da opening não tenha me chamado tanta atenção, ainda sim, considero ela boa (afinal, acredito que depende muito de gosto, então nesse caso, seria um pouco injusto). Agora sobre as artes... Bom, até que gostei bastante, mesmo não colocando a música lá em cima, acho que as duas se encaixaram direitinho (num todo, é uma opening que está na média).


Outro ponta pé bem dado logo de início, foi a introdução de um dos personagens principais (não o protagonista, mas sim, o seu parceiro de viajem). O garoto consegue nos cativar apenas com meros segundos, e um dos motivos relevantes pra isso, se dá basicamente pelas suas ações (seu jeito de ser). Sempre provando que sua altura e idade, não lhes definem, nada que possa parecer um desafio  restringe as suas realizações (o que ele quer, e o que pode fazer). Já o grande samurai da história... Olha, sinceramente, acho bem cedo definir qualquer opinião, até porque, ele só recupera o seu rosto no final do episódio, sendo assim, façam o seguinte, aguardem mais um pouco (afirmo que este não é um problema para desanimar).

Se por um lado não podemos afirmar muita coisa a respeito do protagonista, felizmente, temos em mãos um ponto bem preciso sobre ele (o cara é absurdamente over-power, principalmente quando levamos em conta sua condição atual). Desde agora também aviso que a animação do anime entrega um belo show visual (se vai continuar daqui pra frente, somente os próximos episódios dirão, mas acredito que sim). Voltando ao assunto... É isso o que vocês viram acima meus amigos, resumindo bem, o controle de luta do protagonista é extremamente insano, pelo menos, foi o que deu pra tirar como primeira impressão. Depois da performance inicial, estou ansioso pelos eventos que virão, espero que equipe técnica consiga continuar entregando momentos assim (história num todo).

Sim... Também estou curioso pra ver a explicação de como os membros lhe servirão agora que está mais velho (torço pelo sobrenatural).

E é isso pessoal, se gostaram da review e querem ver outras aqui mesmo no Debate, basta conferir nas nossas listas, sendo assim, até a próxima.


Hélder Miranda

Hélder Miranda

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